sexta-feira, 21 de novembro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Publicação.
Poeta Marciano Medeiros publica romance de cordel
contando história de amor vivida no Facebook
(Da
redação)
“Lindo
Amor que Floresceu nas Páginas do Facebook”, é o novo título do cordelista
Marciano Medeiros. O autor diz que
trabalhou um ano elaborando essa história de ficção e que ambientou tudo em
20010, na cidade de Serra de São Bento/RN. Marciano Medeiros afirmou que
procurou unir o clássico ao moderno, elaborando essa moderna e inesquecível história
de amor acontecida no Facebook.
Trata-se da vida de João Pereira da Silva,
conhecido por João Faxina. O cordelista declarou que este personagem surgiu
através de um sonho que teve. Já algumas experiências vivenciadas na internet
por ele e amigos, serviram para elaboração do enredo. Medeiros enfatizou que
num sítio de Serra de São Bento existia uma menina chamada Jucileide, que era
apaixonada por João Faxina, mas a jovem foi rejeitada em suas românticas pretensões
amorosas.
Em maio de 2010 o moço João, começa a se
interessar pelo Facebook, encontrando na possibilidade uma ferramenta moderna
para lhe ajudar a encontrar um grande amor. A trama do cordel aborda problemas
de discriminação, mostra as mudanças nos hábitos da sociedade nordestina, os
perigos do namoro virtual e apresenta no mínimo três desfechos. O cordel está
sendo impresso numa tiragem de mil exemplares e tem o patrocínio do jornalista
Joaquim Pinheiro.
O romance é composto de 159 estrofes,
diagramadas em 32 páginas. A capa mostra uma xilogravura de Erick Lima e o texto
foi elaborado em sextilhas. Marciano Medeiros disse que irá divulgar seu novo
cordel em todas as escolas que puder e que ficou muito feliz na criação deste
novo e surpreendente romance, que divulgará Serra de São Bento de modo
inimaginável por todo o Brasil. Toda a cena vivida pelos personagens principais
se passa nas dependências da Escola Estadual Professor Joaquim Torres.
O poeta que integra a Academia
Norte-rio-grandense de Literatura de Cordel é natural de Santo Antônio/RN,
porém nunca perdeu o vínculo com Serra de São Bento, cidade onde se encontra
todas as origens familiares do autor.
Este Cordel pode ser adquirido com o autor pelo E-mail:
marcianobm@yahoo.com.br
Este Cordel pode ser adquirido com o autor pelo E-mail:
marcianobm@yahoo.com.br
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Convite de Gaudério.
Oh, gauchada de valor,
Deste meu pago Sulino
Ser gaudério é meu destino
E digo sem ter temor:
Na rima sou professor,
Pois rimando sem limite
Quero fazer meu convite,
Convite da Academia
Para Quarta Antologia,
Embora não me acredite.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
terça-feira, 9 de setembro de 2014
DO INFORMATIVO CULTURAL VERSO & REVERSO - Edição nº 47 - Maio/Junho.
AGENDA CULTURAL.
A Academia Gaúcha dos Poetas de Cordel, convida aos amantes da poesia para o lançamento da sua "4ª Antologia" e do livro: "Falso Amor - Décimas Gaúchas", do poeta José Heitor Fonseca. Dia: 16/11/2014, na Feira do Livro de Porto Alegre - Memorial do Rio Grande do Sul.
A Academia Gaúcha dos Poetas de Cordel, convida aos amantes da poesia para o lançamento da sua "4ª Antologia" e do livro: "Falso Amor - Décimas Gaúchas", do poeta José Heitor Fonseca. Dia: 16/11/2014, na Feira do Livro de Porto Alegre - Memorial do Rio Grande do Sul.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
REUNIÕES NA ACADEMIA.
Reuniões no terceiro domingo de cada mês:
Às 14: 00Hs.
Rua: Francisco Trein, nº 116 - Cristo Redentor - Porto Alegre-RS.
(No Sindicato dos Metalúrgicos).
Fone: (51) 84478297, falar com o Poeta Quintino da Rosa.
Entrada franca para quem quiser participar!
Às 14: 00Hs.
Rua: Francisco Trein, nº 116 - Cristo Redentor - Porto Alegre-RS.
(No Sindicato dos Metalúrgicos).
Fone: (51) 84478297, falar com o Poeta Quintino da Rosa.
Entrada franca para quem quiser participar!
quarta-feira, 16 de julho de 2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Poeta Tio Mano.
O Poeta Tio Mano é sócio da Academia Gaúcha dos Poetas de Cordel e aqui nesta foto está visitando o Conselho Tutelar de Caçapava do Sul. Ao seu lado estão Claudinha Fernandes e Daiane T. Silveira Pigato.
domingo, 26 de janeiro de 2014
Seja Bem-vindo.
Prezado amigo que vem
Visitar de coração
Essa página gaúcha
Que fala de tradição;
Da décima do passado
E da prosa de galpão...
É na décima que faço
A minha apresentação,
Fique à vontade, vivente
Pra tomar um chimarrão!
JOSÉ HEITOR FONSECA.
Visitar de coração
Essa página gaúcha
Que fala de tradição;
Da décima do passado
E da prosa de galpão...
É na décima que faço
A minha apresentação,
Fique à vontade, vivente
Pra tomar um chimarrão!
JOSÉ HEITOR FONSECA.
DÉCIMA DO RESGATE.
Caro
Quintino da Rosa
Que deste
torrão é vate,
Nossa décima
gaúcha
Propôs fazer
um resgate,
Pois agora
estou fazendo
No intervalo
do mate.
Portanto,
caro colega,
Não quero
que dê debate,
Mas peço por
gentileza:
Do verso
faça o remate.
(José Heitor Fonseca)
Caro José
Heitor, o poeta,
Resgatamos
esta cultura
A nossa
Décima Gaúcha,
A mais linda
literatura;
Aquela que
no passado
Alegrou a
criatura.
Quantos
romances de amores
Na mais gostosa
leitura,
Leitura que
nos propôs
Meditação e
brandura.
(Quintino da Rosa)
Está décima
gauchesca
Não há poeta
que lance
Um olhar
admirado
E numa
sombra descanse
Sem imaginar
a trama
Ou enredo de
um romance
De uma
prenda sonhadora
Que seu
coração balance
Pelo o
príncipe que surge
E uma bela
flor lhe alcance.
(José Heitor Fonseca)
Caro José
Fonseca,
Segundo nome
Heitor,
Na nossa
terra gaúcha
Quantos
romances de amor
Foram
escritos por poetas
Do nosso
pampa em flor,
Poetas que
até o nome
Se perdeu no
corredor.
Lembrei aqui
os ‘Três Amantes’
Que ainda
não se sabe o autor.
(Quintino da Rosa)
Assim são
nossos romances
Do
sofrimento ao perdão,
De quem
sofre solitário
A grande dor
da paixão.
Às vezes
termina em ódio
Por tragédia
e traição,
Outras vezes
só lamentos
Da triste
separação,
Mas todo o
belo romance
Sempre acaba
em união.
(José Heitor Fonseca)
Amigo tu
descreveste
Do romance o
enredo,
Entre um
peão e uma prenda
Sempre há
algum segredo.
Para dar o
meu conselho
Eu hoje
levantei cedo:
Quando se
nasce um pra o outro,
Se enfrenta
o amor sem medo;
Sempre é bom
chegar primeiro
Pra não
tomar leite azedo.
(Quintino da Rosa)
Para resgatar a décima
Que conta
história de amor,
O vate
Quintino Rosa
Trabalha com
destemor,
Por ser
poeta gaúcho
Que tem
prestígio e valor,
Resgata
nosso passado,
Por isso
caro leitor:
Não vivemos
só de riso
E nem de
tristeza e dor.
(José Heitor Fonseca)
Obrigado,
José Heitor,
Tu chegaste
em bom momento
Na Academia
Gaúcha
Emprestando
teu talento
Pra me
ajudar no resgate;
Traçamos
tento por tento.
A Décima é o
Cordel Gaúcho
Que tiramos
do pensamento,
Acionando
nosso estro
Espalhando
aos quatro ventos.
(Quintino da Rosa)
Vivemos
fazendo versos
Que nasce do
coração
Ora falando
de amor
Outras, do
nosso rincão,
Pois cada
vate é tocado
Pelo dom da
inspiração,
Seja do
jeito que for,
Neste mundo
de ilusão,
Um poeta
também sofre
A louca dor
da paixão.
(José Heitor Fonseca)
José Heitor, nobre poeta,
Agradeço a
parceria,
Tu vieste
engrandecer
A nossa
Academia.
Vamos nos
unir uns aos outros
Para
espalhar poesia
Pelas plagas
Brasileiras
Desde o
Pampa até Bahia,
Desejamos
aos leitores
Muita paz e
harmonia.
(Quintino da Rosa)
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
EXTRAÍDO DA 2ª ANTOLOGIA.
A poesia de cordel no Rio Grande do Sul, ficou conhecida como Décima, o que nem sempre é Décima. Muitas vezes o Gaúcho diz: "Vou cantar ou declamar uma Décima!" Mas aí, vamos analisar e chegamos a conclusão que o cidadão está apresentando simplesmente um Cordel, mas não uma Décima.
Quando se fala em Cordel no meio da gauchada, a primeira coisa que se diz é isso: "É coisa lá do Nordeste!"
Aqui vai a nossa explicação:
Os primeiros poetas que escreveram a 'Poesia de Cordel' no Rio Grande do Sul, eram às décimas, isto é, estrofes com dez linhas ou dez versos, como queiram. Pois bem. O que aconteceu é que o Cordel aqui nos nossos pagos tem o nome de 'décima'. É que muitos daqueles que leram essas décimas tinha o dom da rima e, ao lerem essas 'décimas primeiras', gostaram e passaram a escrever, mas já em sextilhas. Daí em diante deram a continuação em sextilhas. Eles nem sequer sabiam o que queria dizer Décima.
Nós queremos dizer que o verdadeiro 'Cordel Gaúcho' é a Décima, isto é, estrofes em dez versos. Não queremos com isso, dizer que as estrofes feitas em seis linhas não sejam dos gaúchos. Se está versando sobre temas do Rio Grande do Sul são também gauchescas.
Poeta Quintino da Rosa.
(Presidente).
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